Morgado de Fafe

O Morgado de Fafe, personagem literária consagrada na obra camiliana, demanda uma atitude proativa perante o mundo. A figura do rústico morgado minhoto marcada pela dignidade, honestidade, simplicidade e capacidade de trabalho, assume uma contemporaneidade premente. Nesse sentido este espaço na blogosfera pretende ser uma plataforma de promoção de valores, de conhecimento e de divulgação dos trabalhos, actividades e percurso do escritor, historiador, professor e político minhoto, natural de Fafe, Daniel Bastos.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Cortejo da Festa de N. S. de Guadalupe animou a freguesia de Cepães


Realizou-se no passado domingo, dia 5 de Maio, o tradicional cortejo da Festa de Nossa Senhora de Guadalupe em Cepães, uma freguesia do concelho de Fafe com intensa atividade industrial e aptidão agrícola.

Promovido pela Comissão de Festas que anualmente organiza no primeiro fim-de-semana de junho as Festas em Honra de Nossa Senhora de Guadalupe, principal festividade religiosa da paróquia, cuja capela devotada ao culto da “protetora da lavoura” remonta ao final do séc. XVII, o cortejo lúdico – etnográfico tece como principal objetivo recolher fundos para a organização da grandiosa festa que atrai inúmeros forasteiros à freguesia de Cepães.
 
Uma vez mais, os vários lugares da freguesia de Cepães, designadamente o lugar de S. Tiago, Gaia e Devesinha, trabalharam em conjunto na angariação de oferendas, e na animação e decoração de carros alegóricos que trouxeram durante a tarde de domingo alegria e colorido às ruas da freguesia.

Uma semana após o monumental cortejo ‘A Memória e a Gente: O Património’, que animou a cidade no decurso das Jornadas literárias de Fafe, as atividades artesanais e etnográficas foram agora revividas na freguesia de Cepães, com o desfile de vários carros alegóricos e figurinos das épocas de antanho.

Refira-se que este ano, o cortejo foi avolumado pelo desfile de trinta tratores de lenha, oferta de vários proprietários e famílias ligadas à freguesia de Cepães, contexto que concorreu para que a iniciativa fosse considerada pelas centenas de pessoas que assistiram ao desfile como o maior cortejo lúdico – etnográfico realizado em Cepães.

A iniciativa contemplou ainda a dinamização de uma Feirinha de produtos típicos, junto à Capela de Nossa Senhora de Guadalupe, que se assumiu como um cartão-de-visita e divulgação dos produtos e sabores locais, e que foi animada com músicas populares.

 

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Primeira missa do diácono Artur Ribeiro na paróquia de Cepães


No passado domingo de manhã, a Paróquia de Cepães do arciprestado de Fafe viveu mais uma festa com a celebração da primeira missa em que o diácono Artur Ribeiro auxiliou o celebrante como diácono na paróquia de São Mamede de Cepães.

Durante a celebração eucarística dominical, celebrada pelo padre José Marques, e auxiliado pelos diáconos Manuel Monteiro e Artur Ribeiro, o diácono de Cepães, professor de Educação Moral e Religiosa Católica, começou assim a sua nova jornada na vida da Paróquia de São Mamede de Cepães.

Membro dinamizador da paróquia onde tem exercido, entre outras, funções de catequista, ministro da comunhão e leitor, Artur Ribeiro tinha sido na semana anterior, na cripta do Sameiro, ordenado pelo Arcebispo Primaz, D. Jorge Ortiga, como diácono permanente.

Recorde-se que a palavra “diácono” provém de uma palavra grega (diakonos), que significa ministério ou serviço, o Diácono é, por isso mesmo, o “atendente” ou “servente”, o “ministro”, o mínimo servo entre os servos.

Segundo aponta o Catecismo da Igreja Católica, “os diáconos participam de modo especial na missão e graça de Cristo”, desenvolvendo tarefas como “assistir o Bispo e os padres na celebração dos divinos mistérios, sobretudo a Eucaristia, distribuir a Comunhão, assistir ao Matrimónio e abençoá-lo, proclamar o Evangelho e pregar, presidir a funerais e consagrar-se aos diversos serviços da caridade”.

Após a missa, houve várias homenagens prestadas pela comunidade local ao novo servo da caridade e da proclamação da Palavra de Deus, nomeadamente de catequistas, zeladoras, grupos de jovens e fiéis da Paróquia de Cepães, assim como de um membro da Paróquia de Arões Santa Cristina, e do representante da autarquia, o historiador Daniel Bastos, que ofertou ao diácono Artur Ribeiro um exemplar da obra “Santa Casa da Misericórdia de Fafe – 150 Anos ao Serviço da Comunidade”, e em nome do presidente da Câmara Municipal de Fafe, o cepanense José Ribeiro, que não pode estar presente na cerimónia por compromissos anteriormente assumidos, um prato com brasão do concelho de Fafe.

No decurso das homenagens, o diácono preiteado agradeceu a presença da comunidade, amigos e família, recordando com especial emoção as figuras dos seus pais no seu percurso enquanto homem de fé ao serviço da comunidade. Pelo mesmo diapasão, o pároco José Marques, assegurou que o momento simbólico revestia-se de um dia de enorme felicidade para a Paróquia de Cepães e para o Arciprestado de Fafe.

Refira-se, que no final da cerimónia religiosa, a comunidade local reuniu-se em Cepães num almoço-convívio que decorreu no restaurante “Os Açougueiros” e que foi animado pelas músicas do padre Albano Nogueira, em que além do homenageando e dos seus familiares e amigos, marcaram presença o presidente da Junta de Cepães, Manuel Silva, o historiador Daniel Bastos, o cónego Valdemar Gonçalves, Vigário-Geral da Diocese de Braga, e vários elementos do clero do Arciprestado de Fafe.
 
 

 
 

sexta-feira, 26 de abril de 2013

AGRADECIMENTO


Obrigado a todos os amigos, colegas e conterrâneos pelas inúmeras mensagens de felicitações por ter sido um dos vencedores do Prémio Literário A. Lopes de Oliveira – Estudos Histórico-sociais de Âmbito Local ou Regional, cuja entrega decorreu na sessão sessão solene comemorativa do 25 de Abril. Aproveito o ensejo para partilhar e dedicar este prémio atribuído no âmbito do livro “Santa Casa da Misericórdia de Fafe – 150 Anos ao Serviço da Comunidade”, a todos os homens e mulheres que com dedicação, generosidade e sacrifício expressaram e continuam a expressar o sentido do humano no concelho de Fafe. 

©Manuel Meira