O Morgado de Fafe, personagem literária consagrada na obra camiliana, demanda uma consciência crítica contra uma visão de sociedade enfeudada em artificialismos. A figura do rústico morgado minhoto marcada pela dignidade, honestidade, simplicidade e capacidade de trabalho, valores intrínsecos à terra e gente de Fafe, assume uma contemporaneidade premente, nesse sentido este espaço na blogosfera pretende ser uma plataforma de conhecimento e divulgação da Cultura, História e Tradição de Fafe na esteira do paradigma ético contido na figura do Morgado de Fafe

domingo, 17 de maio de 2015

Orlando Pompeu inaugurou exposição “Aquando em Paris”



No passado sábado (16 de Maio) o mestre-pintor Orlando Pompeu inaugurou na Galeria G.40 do Hotel Mestre de Avis, uma unidade hoteleira no centro de Guimarães, integrada no território classificado pela UNESCO, a exposição de pinturas gestuais “Aquando em Paris”.


A inauguração da exposição, que contou também com uma apresentação de peças da escultora Paula Teixeira, concebidas a partir do “Imaginário Fantástico” da artista que começa agora a dar os primeiros passos na criação artística, contou com a presença de um grande número de pessoas da região e da Galiza.

A sessão de abertura da exposição abrangeu uma intervenção inicial do escritor e historiador Daniel Bastos, que destacou a sensibilidade e aposta cultural da proprietária do Hotel Mestre de Avis, a empresária vimaranense Maria Roeder. Segundo o mesmo, as obras gestualistas de Orlando Pompeu, assim como a estatutária de Paula Teixeira são marcadas pela criatividade, jogo de formas coloridas e linhas dinâmicas. 




Nascido em Cepães, concelho de Fafe, Orlando Pompeu, estudou desenho, pintura e escultura em Barcelona, Porto e Paris. Detentor de uma obra que está representada em variadas coleções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Brasil, Estados Unidos e Japão, os mais de quarenta quadros que estão expostos no Hotel Mestre de Avis foram concebidos em Paris, refletindo as vivências e o papel importante que a capital francesa teve na consolidação do percurso artístico do mestre-pintor português.




A exposição marcada por amplos movimentos gestualistas estará patente ao público, durante o período normal de funcionamento da unidade hoteleira, até ao mês de Agosto.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Cortejo da Festa de N. S. de Guadalupe percorreu as ruas de Cepães



Realizou-se no passado domingo, dia 10 de Maio, o tradicional cortejo da Festa de Nossa Senhora de Guadalupe em Cepães, uma freguesia do concelho de Fafe com intensa atividade industrial e aptidão agrícola.


Impulsionado pela Comissão de Festas que anualmente organiza no primeiro fim-de-semana de junho as Festas em Honra de Nossa Senhora de Guadalupe, principal festividade religiosa da paróquia, cuja capela devotada ao culto da “protetora da lavoura” remonta ao final do séc. XVII, o cortejo lúdico – etnográfico tem como principal objetivo recolher fundos para a organização da grandiosa festa que atrai inúmeros forasteiros a Cepães.












Uma vez mais, os lugares da freguesia de Cepães, nomeadamente o lugar de S. Tiago, Gaia e Devesinha, trabalharam em conjunto na angariação de oferendas, e na animação e decoração de carros alegóricos que trouxeram durante a tarde de domingo alegria e colorido às ruas de Cepães.









O cortejo foi novamente marcado pelo desfile de vários tratores de lenha, oferta de proprietários e famílias ligadas à freguesia de Cepães, e pela dinamização de uma Feirinha de produtos típicos, junto à Capela de Nossa Senhora de Guadalupe, que se assume como um cartão-de-visita e divulgação dos produtos e sabores locais.












domingo, 10 de maio de 2015

Moreira de Cónegos acolheu apresentação do livro de poesia “Terra”



No passado sábado (9 de Maio), o auditório da Junta de Freguesia de Moreira de Cónegos, uma povoação situada na margem direita do rio Vizela, na extremidade sul do concelho de Guimarães, cuja atividade económica assenta de forma significativa na indústria, acolheu a apresentação do livro de poesia “Terra”.


A iniciativa cultural, integrada na Semana de Poesia promovida pela Junta de Freguesia de Moreira de Cónegos, contou com a presença do autor da obra, o escritor e historiador Daniel Bastos, e do mestre – pintor Orlando Pompeu, responsável pelas ilustrações deste livro bilingue (Português e Francês), que desde o seu lançamento no final do ano passado, tem alcançado várias sessões de apresentação em território nacional e junto das comunidades portuguesas espalhadas pela Europa de expressão francófona. 

No decurso da sessão de apresentação, o presidente da Junta de Freguesia de Moreira de Cónegos, Paulo Renato, que agradeceu a disponibilidade do escritor e do pintor para participarem na Semana de Poesia, destacou a importância desta iniciativa que tem decorrido ao longo dos últimos anos no desenvolvimento da consciência cultural da comunidade.




Por seu lado, o escritor Daniel Bastos, afirmou que o seu percurso literário reflete uma relação umbilical com a sua terra e com a história, sendo que o pintor Orlando Pompeu, evocou a sua ligação a Moreira de Cónegos, designadamente à família Almeida, intrinsecamente ligada à industrialização da localidade e à sua carreira artística.

Refira-se que durante a próxima semana os desenhos originais que ilustram a obra poética “Terra”, estarão patentes ao público em geral e a toda a comunidade educativa no Auditório da Junta de Freguesia de Moreira de Cónegos.


segunda-feira, 4 de maio de 2015

Escritor Daniel Bastos apresentou “Terra” em Genebra



No passado sábado (2 de Maio), o escritor português Daniel Bastos apresentou o seu novo livro de poesia “Terra” na Livraria Camões em Genebra.

A apresentação da obra, uma edição bilingue em Português e Francês, que conta com ilustrações do artista plástico português Orlando Pompeu, cuja obra consta de variadas coleções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Alemanha, Inglaterra, Brasil, Estados Unidos, Japão e Dubai, e prefácio de Gérald Bloncourt, Cavaleiro da Ordem das Artes e Letras de França, contou com a presença de muitos conterrâneos e compatriotas do autor que encheram a livraria portuguesa em Genebra.




No decurso da sessão de apresentação, o escritor natural de Fafe, que agradeceu a receção calorosa da comunidade lusófona radicada em terras helvéticas, lamentou a ausência por motivos de saúde na iniciativa de Benjamim Ferreira, conhecido representante da comunidade portuguesa em Genebra, mostrou enorme satisfação por apresentar a sua obra num espaço cultural por onde já passaram nomes como Saramago, Fernando Campos, Nuno Júdice ou Vasco Graça Moura.








Segundo Daniel Bastos, o seu percurso literário, quer no campo da história, como agora no campo da poesia onde faz a sua estreia literária, tem sido alicerçado junto das comunidades lusófonas, refletindo uma relação umbilical com a sua terra, e com a história, memória e identidade cultural portuguesa que nos une a todos.









Refira-se que esta sessão cultural na Livraria Camões em Genebra incluiu uma prova de vinho verde, um produto vínico característico da região minhota de onde é natural o escritor, e que estão previstas ao longo dos próximos meses novas apresentações oficiais do livro em território nacional e no espaço francófono europeu.