Morgado de Fafe

O Morgado de Fafe, personagem literária consagrada na obra camiliana, demanda uma consciência crítica contra uma visão de sociedade enfeudada em artificialismos. A figura do rústico morgado minhoto marcada pela dignidade, honestidade, simplicidade e capacidade de trabalho, assume uma contemporaneidade premente, nesse sentido este espaço na blogosfera pretende ser uma plataforma de promoção de valores, de conhecimento e de divulgação dos trabalhos, actividades e percurso do escritor e historiador Daniel Bastos.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

CONVITE: Lançamento do livro "Fafe-Estudos de História Contemporânea de Fafe"


Este sábado às 21:30 no Teatro-Cinema de Fafe lanço o meu primeiro livro  “Fafe – Estudos de História Contemporânea”, cuja apresentação estará a cargo de Iva Delgado, Presidente da Fundação Humberto Delgado, que assina igualmente o prefácio da obra.

Daniel Bastos

Tendo já vários artigos publicados na perspectiva local da História Contemporânea Portuguesa, assim como participações em colóquios, conferências, encontros e seminários, lanço agora esta obra com quase 400 páginas com a chancela da Editora Labirinto, reunindo um conjunto de trabalhos sobre os acontecimentos históricos basilares do séc. XX em Fafe.


Capa

Assentando a minha rede de análise e pesquisa na dinâmica local, procurando assim obter uma reflexão de proximidade na região onde entroncam as minhas raízes, o livro como aponta Iva Delgado constituiu uma visão da história contemporânea de Fafe numa perspectiva de interacção com acontecimentos nacionais e internacionais e com linhas de rumo ideológicas derivadas da mudança de regimes, do monárquico para o republicano, deste para a ditadura do Estado Novo, e finalmente para o regime democrático iniciado em 25 de Abril de 1974 com a Revolução dos Cravos”. 
Reflexo do conjunto de pesquisas que tenho elaborado ao longo da última década sobre a História Contemporânea do concelho de Fafe, assiduamente vertidas na Revista Cultural Dom Fafes, a obra é resultado ainda, como aponta Artur Coimbra, historiador local que tem dedicado parte da sua vida ao estudo da Cultura em Fafe e que assina o posfácio, de “uma exaustiva e profunda investigação bibliográfica e documental. Daniel Bastos leu dezenas de obras colectivas e centenas de artigos de autores de renome científico, revistas universitárias, etc. Basta salientar que, ao longo da obra, são relacionadas mais de 1 400 notas de rodapé e referenciadas aproximadamente três centenas de citações bibliográficas, o que demonstra o cuidado e a segurança do autor na elaboração dos seus textos, afastando ao máximo os laivos de subjectivismo que todo o trabalho historiográfico comporta”.


Convite

Neste sentido, e sendo para mim um momento marcante no meu percurso na História e na minha vida, gostava de convidar todos os meus amigos, colegas e conterrâneos a estarem presentes no lançamento da obra, cuja sessão será antecedida de um prelúdio musical composto pelo pianista Nelson de Quinhones.

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