Morgado de Fafe

O Morgado de Fafe, personagem literária consagrada na obra camiliana, demanda uma consciência crítica contra uma visão de sociedade enfeudada em artificialismos. A figura do rústico morgado minhoto marcada pela dignidade, honestidade, simplicidade e capacidade de trabalho, assume uma contemporaneidade premente, nesse sentido este espaço na blogosfera pretende ser uma plataforma de promoção de valores, de conhecimento e de divulgação dos trabalhos, actividades e percurso do escritor e historiador Daniel Bastos.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Rotary Clube de Fafe refletiu sobre a Política ao Serviço de uma Cultura de Paz


Na passada terça-feira à noite, no decurso da reunião semanal do Rotary Clube de Fafe, no Edifício das Associações, os membros desde movimento de estímulo a uma ação profissional e comunitária ética e responsável, presente no concelho de Fafe há mais de três décadas, refletiram sobre a temática da Política ao Serviço de uma Cultura de Paz.
 
Correio do Minho (2013-05-17)
 
 
A convite do presidente do Rotary Clube de Fafe, padre José Peixoto Lopes, o historiador Daniel Bastos proferiu uma palestra onde sustentou que a cultura da paz é uma cultura de democracia e de participação. Apontando que a paz é devedora do respeito pela dignidade humana e diferença cultural, o historiador defendeu que o Estado e a Sociedade civil têm que ser agentes transformadores e promotores de uma cultura de paz.

 
Refira-se que o presidente eleito de Rotary Internacional, o japonês Sakuji Tanaka, definiu o seu lema para o ano rotário 2012-2013 como “Paz Através do Servir”, reforçando assim que o serviço em prol da comunidade é um pilar estruturante do movimento rotário, e um caminho essencial para alcançar a paz no mundo.

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