Morgado de Fafe

O Morgado de Fafe, personagem literária consagrada na obra camiliana, demanda uma consciência crítica contra uma visão de sociedade enfeudada em artificialismos. A figura do rústico morgado minhoto marcada pela dignidade, honestidade, simplicidade e capacidade de trabalho, assume uma contemporaneidade premente, nesse sentido este espaço na blogosfera pretende ser uma plataforma de promoção de valores, de conhecimento e de divulgação dos trabalhos, actividades e percurso do escritor e historiador Daniel Bastos.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Primeira missa do diácono Artur Ribeiro na paróquia de Cepães


No passado domingo de manhã, a Paróquia de Cepães do arciprestado de Fafe viveu mais uma festa com a celebração da primeira missa em que o diácono Artur Ribeiro auxiliou o celebrante como diácono na paróquia de São Mamede de Cepães.

Durante a celebração eucarística dominical, celebrada pelo padre José Marques, e auxiliado pelos diáconos Manuel Monteiro e Artur Ribeiro, o diácono de Cepães, professor de Educação Moral e Religiosa Católica, começou assim a sua nova jornada na vida da Paróquia de São Mamede de Cepães.

Membro dinamizador da paróquia onde tem exercido, entre outras, funções de catequista, ministro da comunhão e leitor, Artur Ribeiro tinha sido na semana anterior, na cripta do Sameiro, ordenado pelo Arcebispo Primaz, D. Jorge Ortiga, como diácono permanente.

Recorde-se que a palavra “diácono” provém de uma palavra grega (diakonos), que significa ministério ou serviço, o Diácono é, por isso mesmo, o “atendente” ou “servente”, o “ministro”, o mínimo servo entre os servos.

Segundo aponta o Catecismo da Igreja Católica, “os diáconos participam de modo especial na missão e graça de Cristo”, desenvolvendo tarefas como “assistir o Bispo e os padres na celebração dos divinos mistérios, sobretudo a Eucaristia, distribuir a Comunhão, assistir ao Matrimónio e abençoá-lo, proclamar o Evangelho e pregar, presidir a funerais e consagrar-se aos diversos serviços da caridade”.

Após a missa, houve várias homenagens prestadas pela comunidade local ao novo servo da caridade e da proclamação da Palavra de Deus, nomeadamente de catequistas, zeladoras, grupos de jovens e fiéis da Paróquia de Cepães, assim como de um membro da Paróquia de Arões Santa Cristina, e do representante da autarquia, o historiador Daniel Bastos, que ofertou ao diácono Artur Ribeiro um exemplar da obra “Santa Casa da Misericórdia de Fafe – 150 Anos ao Serviço da Comunidade”, e em nome do presidente da Câmara Municipal de Fafe, o cepanense José Ribeiro, que não pode estar presente na cerimónia por compromissos anteriormente assumidos, um prato com brasão do concelho de Fafe.

No decurso das homenagens, o diácono preiteado agradeceu a presença da comunidade, amigos e família, recordando com especial emoção as figuras dos seus pais no seu percurso enquanto homem de fé ao serviço da comunidade. Pelo mesmo diapasão, o pároco José Marques, assegurou que o momento simbólico revestia-se de um dia de enorme felicidade para a Paróquia de Cepães e para o Arciprestado de Fafe.

Refira-se, que no final da cerimónia religiosa, a comunidade local reuniu-se em Cepães num almoço-convívio que decorreu no restaurante “Os Açougueiros” e que foi animado pelas músicas do padre Albano Nogueira, em que além do homenageando e dos seus familiares e amigos, marcaram presença o presidente da Junta de Cepães, Manuel Silva, o historiador Daniel Bastos, o cónego Valdemar Gonçalves, Vigário-Geral da Diocese de Braga, e vários elementos do clero do Arciprestado de Fafe.
 
 

 
 

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